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Se eu tivesse que resumir em uma palavra toda a minha gravidez, com certeza seria "Aventura".

Para quem acompanhou os diários do Primeiro e Segundo Trimestres percebeu que durante toda a gestação eu entrei e saí de períodos de repouso várias vezes.

Porém, mesmo precisando dar uma desacelerada de vez em quando, aproveitei muito esta que foi a aventura mais especial e inesquecível da minha vida, a de gerar outra vida!

Ao invés de ficar me lamentando das condições que me limitavam quando eu sentia que podia eu fazia! Quem me acompanha pelo instagram viu um pouquinho do que compartilhei aproveitando os finais de semana de sol e calor na praia, quando fizemos standup juntos na lagoa (que minha médica não leia isso!), quando viajamos, fizemos nosso chá de fraldas, passeamos bastante, fizemos algumas reformas em casa, pude preparar, decorar e organizar todo o quartinho e enxoval do jeitinho que queria para o meu pequeno, com 8 meses fizemos um ensaio do jeitinho que queríamos em casa para recordar com carinho do meu barrigão e o que mais me preocupava, consegui deixar o meu trabalho 100% ok para poder ter meses de dedicação total ao meu Bento.

Contudo, agora já na metade do nono mês com o bebê crescido e saudável as preocupações com o desenvolvimento dele dão lugar à coisas mais práticas como: Deixar a casa, a vida e a cabeça o mais organizada possível para a rotina dos primeiros dias e meses que deixará tudo de pernas pro ar!

Como uma boa geminiana que sou, me preparei para ter um plano A, B, C e se duvidar até um D em caso de emergência = à sono e cansaço excessivos... Geminianos são pessoas prevenidas e não pessimistas! Mas sabendo que isso não é nada fácil de se aplicar com os primeiros dias de um recém nascido em casa e pais (igualmente geminianos) de primeira viagem, por sugestão de outros casais de amigos que sofreram com essa adaptação inicial na rotina dos primeiros dias, resolvemos nos preparar para uma guerra! Não custa prevenir, o máximo que pode acontecer é a gente ser surpreendido em encarar a nova rotina com naturalidade e mais facilidade que o esperado.

O que fizemos nas últimas semanas para tornar as coisas mais fáceis no nosso dia-a-dia nestes primeiros dias do Bento em casa:

- Abastecer a dispensa com mantimentos não perecíveis, o bastante para não precisar pensar nisso tão cedo apenas reabastecendo semanalmente os mantimentos perecíveis;

- Produtos de limpeza e higiene, principalmente do bebê,  em grande quantidade para que não seja preciso repor estes itens durante as primeiras semanas;

- Refeições e preparações prontas congeladas para facilitar o dia-a-dia;

- Definir, na medida do possível lógico, ideias de refeições que posso "terceirizar" o preparo para o marido entre uma mamada e outra ou cuidados com o pequeno... Como a gente quase sempre durante os 10 anos juntos trabalhou home office, sempre tivemos o hábito de ter cardápio semanal e esse sistema de organização sempre foi super útil e uma mão na roda para quem não tem muito tempo à perder;

- Ter à mão os telefones de farmácias (para saber onde encontrar as primeiras medicações caso seja necessário e não perder tempo rodando entre uma e outra loja) e tele-entregas de comidas que sejam o mais saudáveis possíveis para aqueles dias de exaustão do casal aqui onde cada minutinho perdidos na cozinha podem ser minutos preciosos de sono;

- Tendo a ajuda de alguém em casa, definir as tarefas que devem ser feitas por ambos para que seja realmente uma ajuda e não vá atrapalhar ainda mais a rotina da casa... Quando falo nesta ajuda não falo do "pai ajudante", mas sim de uma terceira pessoa seja ela uma avó ou uma funcionária. Aliás, escrevi neste post aqui sobre isso. Vale a leitura;

- E por fim, ser sincera com as visitas que entrarem em contato sugerindo o melhor horário para visitar o bebê em casa. Óbviamente que as visitas são sempre bem-vindas, ainda mais se feitas no hospital onde os pais estão amparados pelo suporte hospitalar, porém além de fazer bem para o bebê também faz bem para os pais que estarão loucos para apresentar o novo membro da família aos amigos e familiares!

No mais, ao entrar no nono mês (36 semanas) desacelerei totalmente por recomendação da minha médica pois já estou com dilatação e contrações insistentes desde o oitavo mês. Agora, com tudo ok é hora de esperarmos o tempinho dele com toda calma, paciência e atenção que ele merece, curtindo cada minuto destes últimos dias de barrigão sentindo nosso menino aqui grudadinho em mim, sendo grata por todos esses meses de muita aprendizagem e amadurecimento com a melhor aventura e escolha da minha vida, a de ser mãe.

E esta descoberta de um tipo de amor inexplicável e maior do que tudo aquilo que um dia eu imaginei que pudesse sentir na vida e que faz tudo valer a pena? Ah, isso não tem preço! Por isso, com este post agradeço quem me acompanhou até aqui e me despeço com um até logo ou até breve pois vou dar prioridade total para este novo momento, onde eu quero poder dedicar o máximo de tempo para essa imersão de ocitocina e amor que me esperam!

Sem pressa, sem promessas de quando, eu volto para apresentar meu pequeno à vocês!

Até mais,

Beijos meu e do Ben.

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Seguindo a linha 'Tees' da marca a coleção conta com decotes ombro a ombro, vestidos, cropped e t shirt podrinha... Em breve no site lançaremos nossa moda para a tendência Mãe e Filha e Mãe e Filho, bandanas, e nossas habituais T shirts. 

Confira a coleção 18 55 Store:

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Dress Pillar Preto R$ 109

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Porque Mãe já começa errando! 

Nem tudo são flores, é importante que se diga. Você engravida, organiza tudo com tanto carinho para a chegada daquele serzinho, enxoval, quartinho, a casa, o trabalho, a cabeça, a vida e aí se dá conta de que nada mais é só sobre você e seu filho mas sim sobre você x seu filho x o mundo palpitando! Depois de acompanhar várias amigas sendo mães ouvindo de tudo, e agora com minha própria experiência, resolvi usar este meu espaço para falar e tentar ajudar um pouco sobre o assunto. Acalme-se mamãe, você não é a única nem será a última a ouvir tudo isso! 

Porque Mãe já começa errando… 

A Mãe errou quando decidiu engravidar muito nova, ou muito mais velha.

Errou quando escolheu um ano com surto de zyka vírus e de outras tantas dezenas de vírus espalhados pelo mundo inteiro, é bom que se saliente.

Errou porque engravidou junto com outras colegas do mesmo departamento e imaginem só, sem elas a empresa não sobrevive! Mas ninguém parou pra pensar se cada uma já era tentante há meses ou até anos.

Erra quando não compra um enxoval completo até o primeiro ano da criança ou se comprou roupas de mais, aos olhos dos outros, claro.

Se comprar roupinhas RN então, vai ouvir a famosa frase: - Não compra roupa muito pequena porque eles usam 1x só! A vontade é de comprar logo tamanho 1 ano e de mostrar como ficam lindas num bebê menor que 1 mês…

Erra se engordou demais ou de menos durante a gestação.  As pessoas realmente tem uma necessidade de saber: - Quanto você já engordou? E com a resposta vem a réplica: - Nossa, tudo isso! Fulana engordou só tanto, na minha gravidez engordei só isso…

Aham, sei. Estou interessadíssima em saber… #sqn.

Erra quando diz que prefere que o filho durma no quarto do casal a ter que deixar seu pacotinho no quarto ao lado e levantar-se 17x durante a noite para checar se está tudo bem. Prepare-se porque este assunto deixa qualquer “super-mãe” irada! Certamente irá ouvir: - Não acostuma mal porque depois você não consegue mais tirá-lo do seu quarto!

Erra quando não tem mais paciência pra responder há tantas perguntas questionadoras e com ar de julgamento porque afinal, grávida é um patrimônio público e totalmente ignorante passiva de pena e da opinião alheia de como deverá criar seu filho.

Quer saber qual é o assunto considerado o número 1 do mimimi alheio? Ainda mais se vem de quem se quer passou ainda pela experiência da maternidade ou é homem…  A via de Parto!

A mãe já está errando quando é questionada pelo local que escolheu ter o filho e que tipo de parto ela e o marido decidiram ter, mesmo que este seja o melhor e mais indicado para mãe e bebê porque afinal, ela é q escolheu assim, errado!

Se opta pelo parto normal logo se pensa em dor, mutilação e sofrimento (?)… Se escolhe parto cesárea é porque é uma frouxa cheia de frescura e há quem aposta que vai sair de salto alto da maternidade! Amigo, cortar a barriga em 7 camadas de tecido e músculos, ter a sensação de ter sido cortada ao meio, levar dezenas de pontos e não ter tempo de recuperação de pernas pra cima em meio aos cuidados com um recém nascido é ter muito “culhão” sim senhor! E se a via de parto escolhida for humanizada em casa então? A mãe além de irresponsável só pode ser louca, aos olhos de quem nunca nem sequer leu sobre o assunto para dissertá-lo com tanta propriedade…!

Parto normal, parto cesárea ou parto humanizado: Deixem-a escolher e fazê-lo em paz! Onde está o tal “empoderamento” feminino?!

Imagine então, se soubessem que ela também escolheu entre várias opções a de não se vitimizar e cuidar da sua cria somente com a presença e companheirismo do pai porque né, seja lá ela de primeira, segunda ou terceira viagem ela pode/vai errar seja tentando conciliar a rotina da casa e os cuidados com o bebê e aí precisa de uma outra presença/ajuda feminina porque o “pobre” homem é apenas um cuidador, está ali para figurar e assistir a nova mãe errando e não se pode comparar aos cuidados que uma outra mulher/mãe teria com essa pobre mãe errante… Sem essa de que pai é “ajudante”, ok? Cuidado de pai, assim como mãe, é fundamental e exclusivo sim! Parem de estimular essa cultura de ajudante porque ela é muito mais machista que feminista. E tem mais…

Ao final da jornada que foi a gravidez, a mãe errante ouvirá que seu marido é o máximo, um pai herói que a acompanhou em todas as consultas e ecografias, esteve ao seu lado no momento do parto e que pasmem: - Como ele te ajuda, troca até fralda! Veja só, ele é um verdadeiro herói por trocar fraldas, já a mãe tábua rasa está ali sendo “ajudada” por este ser incrível! E ela segue errando e tentando e errando…

Além do mais, essa mesma mãe vai errar por querer amamentar exclusivamente no peito até onde puder seja lá a forma que escolher se por livre demanda, método easy ou sabe se lá qual for. E se ela não conseguiu amamentar exclusivamente até os seis meses é porque não estimulou, a pega não foi feita da forma certa, o leite era fraco e mimimi… Vai errar porque vai querer que o filho vá para o berçário antes do primeiro ano de vida, errar se deixou o filho na escola e esqueceu de colocar a lancheira dentro da mochila aquele dia, vai errar se não lembrou que é era dia de ir de fantasia para escola e lá foi ele(a) de uniforme, o único da sala!

E se a criança faz aquela ‘cena’ no meio do shopping ou supermercado, se joga no chão, faz cara de coitadinho e tudo? Sempre terá um olhar julgador sobre aquela mãe que errou em não ter educado com eficiência o filho birrento… Mas mal sabe o cidadão que aquela mãe errante está há dias ou semanas sem dormir direito, com mil e um problemas para se preocupar antes da birra do filho que quer o presente caro, e pra ela tanto faz o julgamento alheio. Se quer chorar, que chore. Não vai ganhar e pronto!

E por fim, erra quando não tem respostas tão encorajadoras assim nas conversas com outras mães sobre o desenvolvimento do seu filho pois afinal de contas, seu filho é dali o mais velho mas não sabe contar até 50 de trás pra frente com tanto esmero assim… Ave Maria…!

Porém, as comparações no desenvolvimento das crianças entre “algumas mães”, é bom que se diga assim, começa muito antes… Lá na primeira visita que fazem ao recém-nascido quando comparam o apgar do seu filho ao de outro… A sua recuperação com a da fulana e assim por diante. Tem mães que se julgam e se comparam uma vida inteira, como se isso massageasse o ego. Para mim, uma bobagem sem sentido algum… Deixa essa mãe curtir com romantismo a sua gestação, essa tranquilidade logo dará lugar a dias e noites de preocupação e sono, deixem ela errar e acertar sozinha, é assim que se dá o processo de aprendizagem.

Porque Mãe erra! Leva um tempo pra você aprender a lição… Não importa o quão você vem tentando ser para seu filho, apenas tenha certeza que o melhor que você pode ser está sendo. E no fim das contas, NINGUÉM melhor que MÃE e PAI pra saber o que é melhor pra um filho e mesmo que tenha sido uma gravidez não planejada ela não dá o direito ao outro de se tornar um “consultor especialista na vida alheia” simplesmente porque você já passou pela experiência. 

Não se cobre demais, ouça menos aquilo que não agrega, fazer cara de paisagem ajuda bastante, mas seja humilde e saiba avaliar conselhos valiosos de quem sempre tem uma dica ou sugestão que irá te ajudar sem julgar ou impor…

O que aprendi com a experiência das amigas: Isso passa! Não é preciso provar nada a ninguém, não é uma competição para saber quem é melhor mãe ou o melhor filho. Seja firme nas suas decisões mas não se cobre tanto, a maternidade é um eterno aprendizado, o torne leve e siga em frente!

Ninguém é igual a ninguém, filhos desenvolvidos e criados por uma mesma mãe (nem sempre da mesma forma) se tornam pessoas diferentes com prioridades e objetivos de vida diferentes…  Imagina então querer comparar a sua vida com a do vizinho?

Por isso, se desfaça das amarras e dos modelos “perfeitos”, curta e aproveite cada etapa desta jornada única, transformadora e cheia de aprendizagem porque na verdade, é e sempre será sobre você x seu filho, mais ninguém. 

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