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Uma das coisas que mais me orgulham foi ter criado minha própria marca de tees! Sou super coruja com ela e já estamos trabalhando na nova coleção de verão, aguarde! 

A nova coleção vem cheia de novidades e com uma surpresa especial para mães e seus pequenos!

Enquanto a coleção está no forno preparamos uma super promo na loja virtual com todas as peças da coleção Strike A Pose:

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Cada vez mais a indústria da moda vem se transformando e se adaptando às dificuldades do mercado. Burberry e outras grandes marcas vem cada vez mais trazendo uma moda comercial em suas coleções na passarela e, logo depois de apresentarem suas coleções na última temporada, disponibilizaram suas peças de forma instântanea logo após seus desfiles. É o mercado sentindo a necessidade de transformação e usando estratégias imediatas afim de suprir um consumidor ávido por novidade que não quer esperar a próxima estação para comprar a próxima tendência. 

Por isso, a moda de rua feita pelos principais fashionistas durante as semanas de moda está tão antenada e usando imediatamente as tendências recém lançadas pelos estilistas e marcas.

Fique por dentro das principais tendências do Inverno 16 do street style (e que possivelmente você ainda as verá no Inverno 17) listadas aqui:

1. Maxi Alfaiataria que podem ser encontradas em coletes e macacões 

2. Veludo Molhado trazendo à tona um antigo clássico

3. Vestido Preto midi, aquele comprimento que não é unanimidade entre as fashionistas mas que é super estiloso se bem combinado

4. Ombros à mostra em vestidos longo e midi ou manga longa e camisas

5. Bege e suas variações compondo o restante do look

6. Gola Alta estilo 60' 

7. Choker que continuam em alta também neste inverno 

8. Bandanas, especialmente nas cores vermelho, preto e azul, usadas como o Choker serão febre além deste inverno nas próximas meia estações dando bossa ao looks deixando-os mais casuais

Ainda dá tempo de usar e abusar de todas estas tendências que foram vistas no street style durante as semanas de moda americana e européias em janeiro e fevereiro deste ano que antecipava as tendências para o Inverno 17, portanto, aposte pois veremos ainda muito delas por aí!

Bjs.

Quem me acompanha no Instagram já sabe da novidade: Estou Grávida!

Vou explicar o porquê do meu sumiço por aqui e o que me fez demorar tanto para contar também. Espero que entendam os motivos.

Desde o final do terceiro mês penso se contaria sobre tudo aqui e de como abordaria minha história. Depois de muito pensar e com o incentivo de algumas amigas que passaram por problemas parecidos com os meus resolvi compartilhar e, se meu relato ajudar pelo menos uma futura mamãe ou uma já gravidinha, já terá valido a pena a exposição.

Há 7 anos quando Fabiano (na época ainda namorado) e eu recém morávamos juntos, engravidamos de forma inesperada e descobrimos que a gravidez tinha sido interrompida de forma mais inesperada ainda, tudo ao mesmo tempo durante uma ecografia de rotina. Precisei fazer uma curetagem às pressas e na época tratamos com naturalidade a perda e ficamos agradecidos de ter descoberto há tempo e de não ter causado uma infecção ou alguma complicação maior pelo tempo que a gestação havia sido interrompida (9 semanas) e descoberta.

Deixamos o assunto pra lá, me formei, mudei de emprego, nos mudamos de estado, casamos, construímos casa, família, viajamos e seguimos a vida.

Quando alguém nos questionava a resposta era sempre a mesma: - Daqui uns dois anos, talvez! Mas a verdade é que nos faltava coragem e estes dois anos depois eram sempre adiados por um novo projeto profissional, uma viagem, uma reforma em casa, enfim...

No meio do verão de 2015 mais uma vez aconteceu... Engravidei por descuido e só descobri mais uma vez quando já estava perdendo. Desta vez, já com a vida muito mais organizada, mais maduros e com o relógio biológico já dando sinais de que a hora poderia chegar. Eu repassei várias vezes na minha cabeça o que teria provocado a perda e já imaginava que engravidar outra vez não seria das tarefas mais fáceis para nós. Mas não nos abatemos e seguimos em frente. Depois desta segunda perda começamos a conversar sobre outra opção que tínhamos muito clara, a adoção, porque para nós o amor pode ser gerado de várias formas.

Mesmo assim, enquanto a vontade de ser mãe e pai com todos os medos, anseios de uma nova gravidez interrompida ou todas abdicações iniciais que sabíamos que iríamos enfrentar com a decisão não acontecia, continuamos tocando a vida com a promessa de, sem rodeios, contar um ao outro quando o relógio biológico tocasse, mas já falávamos em começar a investigar as causas das últimas perdas e começar a tentar já em 2016 pois se nos candidatássemos a adoção (um assunto que ainda pensamos com muito carinho) sabíamos que a fila de espera seria demorada.

Em dezembro de 2015 senti que, ok, estava na minha hora e então perguntei ao Fabiano se ele achava que havia chegado a hora dele também e pela primeira vez ele respondeu que sim! Combinamos de eu começar a tomar o ácido fólico no mesmo mês e começar a tentar somente 3 meses depois conforme minha médica havia recomendado, até lá investigaríamos tudo o que pudéssemos e foi o que começamos a fazer. No entanto, no início de fevereiro acebei descobrindo a gravidez já com 5 semanas! Se fizemos festa com a breve gravidez? Claro! Rimos, choramos, vibramos, nunca imaginamos que seria tão rápido, porém sabemos que deveríamos ter esperado os três primeiros meses de ácido fólico... De toda forma, aconteceu antes mesmo do que prevíamos e enquanto fazíamos todos os exames investigativos mantivemos o segredo para a família até quase as 12 semanas.

(Com 12 Semanas)

Com 6 semanas começamos o pré-natal com a mesma médica que havia acompanhado a nossa última gestação no ano anterior. Fiz questão de continuar com ela que é o tipo de profissional que sabe ouvir mas também sabe ponderar, e como é importante essa identificação com o obstetra. Por isso minha dica é: Peça indicações, converse com um, dois ou quantos médicos forem preciso para sentir a segurança e o acolhimento necessários neste momento.

Continuando... Ao fazer a primeira ecografia detectamos um pequeno descolamento de menos de meio centímetro, foi quando minha médica receitou medicação à base de progesterona, pois minha produção é baixa, e repouso, porque o descolamento poderia vir tanto deste déficit de progesterona como também dos excessos de uma rotina acelerada com muita escada no meu dia-a-dia em casa, direção, treinos, surf e etc...

No consultório, olhei para o Fabiano, olhei para ela e disparei:

- Repouso doutora, em pleno calor de fevereiro? Eu tenho uma coleção pra desenvolver, trabalho, treino, tenho minha casa, meus cachorros, passo o dia correndo, acordo às 5h da manhã e não durmo antes da meia noite. Tem certeza que é preciso?

- Sim, este descolamento pode aumentar e desta vez vamos nos agarrar a este bebezinho com nossas seis mãos e com tudo o que ele tem direito. Eu não gosto de prescrever repouso, mas diante do teu histórico é o mais recomendado. Repouse e qualquer novidade me avise imediatamente!

Pensei: Ok, logo esse descolamento some e a vida volta ao normal.

Depois da oitava semana o descolamento realmente sumiu mas mesmo em repouso absoluto e acompanhando a gestação com ecografias de quinze em quinze dias tive 4 episódios de sangramento das 8 às 14 semanas, da metade de fevereiro a metade de abril... Mas com poucos dias em repouso eu entendi a importância dele para nós e cumpri à risca até mesmo exagerando nos cuidados...

Da 6ª à 15º semana foram dois meses de muito medo e incertezas, só quem passa por uma perda prévia sabe do sentimento que estou falando, mas mesmo que meu universo tivesse se tornado da cama ao banheiro, passando os dias deitada, sentindo desde cólicas fortíssimas e anormais aos desconfortos comuns do primeiro trimestre de uma gestação, eu nem pensava em reclamar. Se enjoasse tomava o remédio receitado pela G.O e nem pensava em vomitar ou ficar sem comer, meu filho precisava de nutrientes que o deixassem forte e saudável. Não me importei com nada mais que não fosse nós dois e nossa família e agradeci a Deus com todas as minhas forças por ter descoberto a gravidez no início, por estar próxima de uma médica tão atenciosa que estava pronta a me atender o horário que fosse e pelo meu filho ter um pai tão atencioso, presente e dedicado que deu o seu melhor durante estes dias conciliando o trabalho em outra cidade com os cuidados conosco, com a casa, da rotina com nossos filhos peludos e se desdobrando em tudo sem sequer reclamar um dia que fosse.

Como eu poderia reclamar de passar a maior parte do meu dia deitada se estava protegendo e cuidando do meu bem mais precioso, do melhor presente que Deus poderia ter me abençoado sabendo que este período iria passar em algumas semanas ou meses, se existem várias grávidas que mesmo com dor e limitações não podem parar de trabalhar por muito tempo, tão pouco tem o mesmo previlégio que o meu de poder trabalhar em casa gerenciando a empresa pelo computador? Como eu poderia achar dificuldade em poder me dar este tempo me dedicando a proteger meu pequeno sem pensar nos mínimos afazeres domésticos tendo uma ajudante como a que eu tenho que vem e coloca minha casa no lugar semanalmente. Como eu iria me vitimizar podendo desfrutar de horas de sono e repouso numa cama confortável e todas as mordomias de ter Netflix, tv a cabo e internet à disposição? Como moro longe da maior parte da família, ter a visita do meu pai, da minha irmã e da minha mãe me mimando neste período foi um combustível à mais para seguir com fé acreditando que tudo daria certo, e não havia motivos para desacreditar.

Só depois que estive em repouso e contei para algumas amigas é que descobri que muitas também tiveram que passar por longos períodos de repouso por N motivos ou que o mantiveram até o fim da gestação, porém não compartilharam com as demais. Para mim, ocultando este tipo de informação perde-se a chance de ajudar outras futuras mães que possam vir a passar pela mesma situação. Se meu relato puder incentivar e ajudar a motivar ao menos uma mãe que está passando pelo mesmo que eu passei já fico feliz.

Não dá pra se sentir culpada por algo que foge da nossa vontade, tão pouco ter vergonha de ter tido algum tipo de intercorrência durante a gestação. Se antes não ouvíamos falar tanto destas intercorrências, que são várias (tais como abortos espontâneos, sangramento de implantação do embrião, contração de treinamento, dilatação prévia, IIC, repouso, pressão alta, pré-eclâmpsia, diabetes gestacional entre tantos outros...), é porque não se tinha informação. Muitas perdas ouveram e muitas mães morriam sem nem que soubéssemos a causa certa. Informe-se, cada gestação é uma gestação, cada organismo reage de um jeito, não compare-se à outras grávidas, não deixe que comparem a sua gestação à outras gestações até porque uma mãe pode ter diferentes tipos de gestações ao longo de anos, e não se sinta “menos mãe” que alguém por não estar tendo uma gravidez tão tranquila quanto gostaria.

Mesmo em repouso, se for possível, não deixe de fotografar mês a mês a barriguinha porque as mudanças no corpo acontecem de forma muito rápida e depois que estiver se sentindo melhor você poderá se arrepender de não ter registrado. E, se você se sentir segura, compartilhe a notícia da gravidez com pessoas que gostem de você. Sempre vai haver uma palavra amiga de incentivo que estimula e ajuda muito neste período. Desde que contamos a notícia, temos recebido tanto apoio e carinho nestes últimos meses que posso afirmar com toda certeza que nunca estive tão feliz pelo amor que nosso pequeno já recebe!

E lembre-se: O repouso além de ser uma precaução ao excesso de esforço físico, é também um remédio poderosíssimo para a imunidade da mamãe e do bebê. Por isso, aproveite este momento de instrospecção quietinha, só de vocês dois, para começar a senti-lo, planejar o quartinho, o enxoval, colocar a leitura em dia com livros sobre a maternidade e só pensar em coisas que façam bem aos dois.

Depois dos vários sustos que passamos no primeiro trimestre, com 15 semanas e mais confiante voltei a rotina devagarinho. Hoje nosso pequeno Bento (que o instinto materno já dizia que era "ele" quando viu o teste de gravidez positivo) já está no sexto mês, saudável e crescendo a cada dia mais!

Em breve eu volto com o relato do nosso segundo trimestre.

Beijos meu e do Bento!

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