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Dogs

Um post especial, de uma história com final feliz e imagens incríveis... Preparados?!

Vocês se lembram do Theo, meu pequeno gigante que adotamos há dois anos? Tem um pouco da história dos 4 aqui.

Theo foi abandonado na rua depois que seu antigo dono e tutor morreu. A antiga "família" (se é que dá pra se chamar assim) o abandonou em frente de casa e lá ele permaneceu por meses esperando que o antigo dono voltasse vagando pela rua e tentando sobreviver de restos de lixo sem nehum tipo de cuidado... Em uma noite fria e chuvosa de junho de 2012 uma protetora o encontrou e o resgatou com a intenção de tirá-lo da condição lastimável que se encontrava e buscar uma família amorosa para ele. Quando o conhecemos por meio de dezenas de compartilhamentos no facebook resolvemos nos candidatar a adotá-lo! Theo é sem sombra de dúvidas o cão mais amoroso, carinhoso e educado que conheci em toda minha vida, e olha que já conheci um bocado hein. Por esse motivo recebeu até o título de Lord, sendo o "Lord Theo" da família! hehehe Ele é realmente especial e com seus 10 anos recém feitos ele merecia um ensaio só dele pois a última vez que tiramos fotos "profi" da família toda há quatro anos atrás ele não estava e por isso agora ele teve o seu momento com os pais só pra ele!

Foi então que conheci a Vanessa Zardo, fotógrafa, protetora, fundadora da marca Santo Amigo (uma loja virtual super fofa para quem ama seu pet) e pet lover de carteirinha! Vanessa então me contou que tem um projeto que se chama "Meu Santo Amigo" e que se trata de uma Sessão Pet onde o ensaio pode ser com o seu pet ou somente dele, e que 15% do lucro de cada ensaio vira doação em parceria com a empresa Santo Amigo para ong's que trabalham na proteção animal... Foi aí que me apaixonei ainda mais pelo trabalho dela! Era exatamente o que queríamos e buscávamos para este momento. Quem sabe no futuro sairá um outro com a turma toda à solta na praia, imagina?! hehe A gente já fez de forma amadora e sempre foi um Deus nos acuda..

Para este tipo de ensaio é fundamental que o fotógrafo tenha interesse pelo tema, no caso, por dogs e não tenha frescura. É importante que haja o mínimo de afinidade possível com o "modelo" para que todos fiquem à vontade e a sessão flua naturalmente, e se os fotógrafos forem cachorreiros como a Vanessa e o Rafael, aí é garantia de fotos lindas. O Theo se sentiu em casa com eles!

Fizemos as fotos neste último domingo que passou com um dia lindo de muito sol e calor aqui em Garopaba, quem é daqui pode concordar comigo. Foi um dia maravilhoso onde nos divertimos muito e Vanessa e Rafael conseguiram retratar todo o nosso amor pelo nosso Lord e o resultado de tamanha sensibilidade e carinho vocês conferem agora:

Vanessa e Rafael, obrigada por eternizar pra sempre momentos tão incríveis e especiais como este com meus meninos! Vocês foram demais!

E para quem quiser conhecer e saber mais sobre o trabalho da Vanessa e do projeto "Meu Santo Amigo" é só acessar:

http://www.vanessazardo.com.br
https://instagram.com/vanessazardofotografia
https://www.facebook.com/vanessazardofotografia

No post anterior, do meu aniversário, falei que voltaria contando sobre a entrega das doações de ração, não é mesmo? Mas a verdade é que desde que eu fui até a Associação 101 Viralatas para fazer a entrega no último sábado venho pensando de que forma iria abordar o assunto e contar a minha experiência lá sem ser piégas ou dramática, e cheguei a uma conclusão: Não tem como não ser dramática!

Nunca havia visitado uma Ong, projeto ou associação. Sempre quis conhecer mas nunca houve uma oportunidade e este ano com a ideia de fazer algo à mais pelos peludos junto com a vontade de motivar outras futuras doações como a nossa era a oportunidade certa de conhecermos e nos aproximarmos ainda mais desta que é uma causa diária nossa.

Lançamos a ideia no convite para os convidados do nosso aniversário ("No lugar do presente que tal fazer uma doação em ração para a Associação 101 Viralatas?") com o objetivo de arrecadar o maior número de pacotes de ração possível e para nossa surpresa TODOS abraçaram a causa e doaram sacos de 7, 8, 15 e 25kg. Ao todo arrecadamos 235kg! Porém, esta quantia de ração é consumida diariamente por se tratar de um local que cuida de tantos cães e gatos. Por isso a importância de divulgarmos e mantermos cada vez mais entre amigos e familiares mais ações como esta para continuarmos ajudando instituições que fazem a diferença realizando um trabalho sério.

A associação mantém, da melhor forma que pode, mais de 400 cães e gatos vítimas de abandono e maus tratos que deveriam estar ali de passagem como forma de reabilitação enquanto não são adotados mas a realidade é bem diferente. Muitos vivem por anos na associação à espera de um novo lar, uma nova família que os acolha e dê a vida digna que eles merecem. As histórias de maus tratos são diversas mas todas superadas pelo amor e dedicação dos voluntários a cada morador do abrigo que torcem para que hajam doações conscientes e responsáveis a cada novo dia.

Como a associação sobrevive? Através de doações de ração, medicamentos, caminhas, casinhas, brechós solidários, passeios comunitários... E diversos outros eventos com o intuito de arrecadar verbas para continuar mantendo o local e incentivar a adoção responsável.

Então assim, se não pode adotar, doe! Doe ração, cobertas para o frio, medicamentos, caminha, casinha ou até mesmo seu tempo para um passeio, ajuda em banhos e carinho, muito carinho é o que também precisam. Para evitar as brigas e fugas (pois o local tem um terreno que foi doado e é aberto) a maioria dos peludos vivem em baias mas muitos ainda vivem presos na corrente em casinhas espalhadas pelo terreno, imagina a felicidade de um cão que vive preso em poder passear na guia pela rua um dia?! As meninas organizam passeios comunitários mensais! Então, se quer ajudar e não sabe como, comece pelo básico: Doe seu tempo e seu amor! E digo por experiência própria, não é você que vai ensinar ou doar algo à eles, é você que sairá de lá tendo aprendido muito e com o coração partido de não poder fazer mais!

Todos os cães e gatos das fotos abaixo se encontram na Associação 101 Viralatas em Viamão/RS e esperam pelo dia em que serão adotados e terão uma caminha quentinha, comidinha garantida todos os dias e um lar com uma família que os respeitem e os amem! 

Estes e muitos outros peludos aguardam por uma oportunidade e sua visita na Associação 101 Viralatas em Viamão/RS.

Um beijo e ótimo final de semana à todos com a esperança de que este post possa estimular outras pessoas a também doarem através de suas festas de aniversário! Pense nisso! 

:*

Todo o ano é a mesma coisa, donos despreparados, cães desesperados e uma quantidade enorme de anúncios de cães desaparecidos é compartilhado pelo facebook dias depois... Sinceramente, eu ando cansada de tanta negligência que ando vendo por aí. 

Este natal foi prova disso, vi muitos cães desnorteados circulando pelas ruas na noite do dia 24 em Porto Alegre, e que aparentemente, não eram cães de rua mas que foram abandonados à sua própria sorte "em casa" por seus donos e por medo dos fogos acabaram fugindo. E a cada 1º de Janeiro a história se repete com o agravante que nem sempre os donos estão com seus cães ou estão em lugares desconhecidos, por exemplo no campo, na praia, onde certamente  não se conhece ninguém e a busca pelo animal acaba sendo muito mais difícil...

Nossos cães sempre estiveram conosco na noite do ano novo, porém há dois anos começamos a ter problemas neste sentido aqui em casa com dois deles em dia de fogos quando acontecem jogos de futebol, datas religiosas, natal e o auge do stress deles se dá na noite de 31/12. Depois de tentarmos várias técnicas diferentes de dessensibilização e medicação natural com florais e não ter sucesso com nenhuma destas alternativas, optamos por usar medicação ministrada e sugerida pelo veterinário da turminha aqui. Aliás, já conhece eles? Veja-os aqui!

A medicação faz com que os dois se acalmem, durmam e não fiquem estressados ou traumatizados com a noite barulhenta que certamente deve ser terrível para eles assim como era para nós que sofriámos vendo o medo e desespero deles. :( É importante ter sempre alguém supervisionando as reações, não dá para medicá-los e estar viajando, por exemplo! Tem que ficar de olho e ficar por perto até que o efeito passe completamente pois cada animal tem um organismo e reage de diferentes formas podendo ter até restrições para este tipo de medicamento por isso, NÃO AUTOMEDIQUE SEU CÃO OU GATO, procure sempre a ajuda de um profissional seja um adestrador para ajudá-lo em técnicas mais apuradas de dessensibilização ou de um veterinário para lhe indicar alguma medicação caso seja preciso. Combinado?

Existem algumas técnicas que você mesmo pode fazer e que podem funcionar, estando você na companhia de seus pets ou não:

1 - Alguns dias antes coloque sons de fogos (existem vários vídeos no youtube) para ele ouvir. Comece com volume baixo e vai aumentando para que ele vá se acostumando e presentei-o com petiscos para que ele associe o som à algo bom.
2 - Você conhece seu cão, por isso se possível não deixe-o sem companhia por muito tempo e os cães que vivem na rua, devem estar se possível dentro de casa.
3 - Coloque a plaquinha identificadora,em caso de fulga a chance de ser encontrado é muito maior.
4 - Para os gatos deixe as portas dos armários abertas para que procurem abrigo.
5 - Para que seu cão não associe medo com carinho, evite demonstrar pena e acabar exagerando no carinho. O importante é acolhê-lo e não mimá-lo nessa hora.
6 - Planeje um ambiente calmo, seguro com portas e janelas fechadas e perto da meia noite ligue em volume alto a televisão ou rádio para que abafe o barulho externo dos fogos.
7 - Tem mais de um cão em casa? Evite deixá-los todos juntos no mesmo cômodo. O stress provocado pelo barulho pode gerar brigas.
8 - Não é o momento para mantê-lo fora de casa. Se ele entrou e se enfiou embaixo da cama, deixe-o. Certamente é o ambiente mais calmo que ele conseguiu encontrar.
9 - Nunca deixe-o acorrentado ou preso à guia, eles podem acabar se enforcando por conta do pânico.
10 - Tenha sempre a mão o telefone do veterinário que possa atendê-lo 24 horas pois em alguns casos podem ocorrer convulsões ocasionadas pelo pânico e em caso de uso de medicamento, é sempre bom ter um profissional perto para avaliar qualquer comportamento inesperado.

Eu espero sinceramente a cada ano por donos cada vez mais comprometidos com seus animais e ver cada vez menos anúncios de desaparecimentos nas redes sociais porque cachorro bem tratado e que vive em segurança em pátio fechado não tem por que fugir! Concordam?

Chegamos ao final do ano, época em que a família toda sairá de férias mas será que é a família toda mesmo? E o seu pet?!

Desde que tenho a Gaia há 9 anos à carregava - com seus 49 quilos - para cima e para baixo em todas as viagens de carro, sempre. Uma ressalva: ela passou por uma reeducação alimentar após apresentar displasia severa e hoje está mais saudável com seus 32 quilos!

Voltando ao assunto incial... Com a chegada dos dois filhotes igualmente grandes o carro ficou mais apertado mas ainda sim não era um problema e eles nos acompanhavam a todas idas à praia quando morávamos na capital gaúcha por um trajeto de pouco menos de duas horas de carro.

Com nossa mudança de cidade (e graças à Deus para uma praia!) eles ainda viajavam conosco nos acompanhando de Santa Catarina para o Rio Grande do Sul numa viagem que dura em média 5 horas... Mas com a chegada do Theo as coisas ficaram diferentes! Hoje fica impossível carregar os quatro no carro, a não ser que seja um trajeto muito pequeno pois o espaço não é mais suficiente além do que um deles (o #zécaranzinza) deve ter algum tipo de fobia à lugares fechados rosnando pra todos a sua volta e só consegue viajar relaxado nos pés do carona na frente, imagina que delícia viajar assim por longas 5 horas?!

Nossa sorte é que hoje em dia não precisamos mais percorrer horas até a praia, agora moramos nela. Mesmo assim, quando viajamos seja a trabalho, férias ou para visitar a família é sempre necessário contar com a ajuda do adestrador da turminha aqui que atua como um tratador também vindo até nossa casa e mantendo a rotina para que eles sintam o mínimo possível nossa falta. Mas não é todo mundo que pode contar com este tipo de ajuda profissional de confiança, não é mesmo?!

Por isso, se a família está com as férias agendadas e o local não permite pets, o melhor a fazer é:

- Converse com aqueles seus amigos e familiares "cachorreiros" para saber se alguém tem disponibilidade de fazer as vezes de um tratador e estará disponível durante este período para ir até sua casa pelo menos 2x ao dia;
- O pet não terá acesso à casa? Observe se na sua ausência ele terá um ambiente fresco com sombra farta durante os dias escaldantes do verão e abrigo protegido de chuvas e temporais porque nesta época do ano além do calor, as chuvas repentinas fazem parte da estação;
- Deixe-o com livre acesso ao pátio ou apartamento e com brinquedos para que ele não se sinta sozinho e entediado ou, na sua volta, poderá encontrar sinais de "destruição" como uma forma de chamar a atenção por ter sido "abandonado" sozinho e de liberar a energia acumulada;
- Tome o cuidado de calcular para mais a quantidade de ração a ser oferecida diariamente para que não falte;
-  Deixe anotado as medicações que por ventura poderão ser ministradas e o telefone de pelo menos dois veterinários caso seja necessário;
- Organizar de acordo com a disponibilidade do responsável a rotina de alimentação, ter sempre água fresca, farta e à sombra, higienização do local e manter a rotina de passeio é imprescindível neste período, por isso o amigo ou familiar tem que ser muito "cachorreiro" para dar conta do recado! ;)

Ok, você não quer envolver os amigos e familiares na missão férias? O melhor então é contar com um local próprio e preparado para atender seu pet. Que tal um hotel para cães?

- Procurar através de referências entre amigos e familiares Hotéis Pet de confiança na sua cidade;
- Certificar-se de que ele terá uma rotina de alimentação, passeio, atividades e acesso a um veterinário em caso de emergência;
- Faça uma visita ao local acompanhado de seu cão para conhecer as instalações e observar se ele gosta do ambiente e tratadores;
- Combine desde o início quanto a alimentação e medicações caso precise ser ministrada;
- Deixe alguém autorizado a vê-lo, e até talvez levá-lo para passear caso o local não disponibilize deste serviço;

Seja qual lá qual for sua opção ou escolha, nesta época do ano muitos dos hotéis pets já estão com suas vagas esgotadas e com o corre corre de final de ano, nem todo mundo fica tão "disponível" assim para ajudar, portanto agilize-se para ter certeza de que seu melhor amigo ficará bem cuidado enquanto vocês estiverem longe um do outro!

;)

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Os primeiros anos da Gaia (minha primeira labrador de 9 anos, veja o perfil aqui), foram vividos em um pátio espaçoso, e eu achava que isso bastava para um cão. Ela cavava no pátio todo, roía, destruía e eu sempre achei que isso fossem coisas da idade e raça, pois bem. Quando fomos morar juntos, o marido e eu, a preocupação era morarmos em um apartamento com o mínimo de conforto para ela com cobertura e sacada espaçosas, e encontramos. Achávamos que era o ideal para ela, os passeios aconteciam de duas a três vezes por semana e aí, depois de alguns meses os problemas começaram... Roía aqui e ali até que os filhotes chegaram e aí por diante a cada dia eles tinham uma novidade na arte de destruir: “cavavam” as paredes, destruíam brinquedos, e passavam o dia tentando se livrar daquela “jaula” que tínhamos criado para eles... Os carinhos incessantes, brincadeiras e inúmeros brinquedos já não bastavam e na verdade não basta nem para o cão mais calmo do mundo... Foi aí que nos demos conta:

- Os cachorros precisam gastar essa energia toda!

Começamos então timidamente uma rotina de passeios com todos, de três a quatro vezes por semana, o que melhorou o comportamento, mas não resolveu todos os problemas! Só há um ano, com a chegada do Theo e ajuda de um adestrador que nos ensinou as técnicas para conseguirmos “domar” quatro máquinas de energia, é que conseguimos levá-los para passear e não sermos levados!

Listei aqui 6 pontos importantes para quem, assim como eu um dia, gostaria muito de levar seu(s) dog(s) para passear mas sempre tem uma desculpa e acaba não o fazendo e remediando o problema ao invés de prevenir, porque a rotina de passeios previne e resolve 80% dos casos de indisciplina e comportamento. (Fonte: O nosso adestrador, João!)

As dificuldades

- Meu cachorro não gosta de colocar a coleira e se consigo coloca-la, me arrasta pela rua...: Calma! Comece colocando a coleira e guia com petiscos. Ele vai associar o “acessório” a algo bom. O puxar no começo (primeiros meses) é normal. Até hoje os meus puxam! Nem preciso fazer musculação, uma vez que cada um pesa em média 40kg! Mas até que eles entendam que não podem puxar é assim mesmo, por isso a importância das técnicas básicas de um adestrador. Vá atrás, não desista!

- Não tenho tempo nem para mim, o que dirá sair com meu cão: Com certeza você está precisando de uma atividade física, todos nós precisamos. E tem coisa melhor do que estar acompanhado do seu melhor amigo? Comece com 15 minutos diários – o suficiente para ele aguardar ansioso por este momento pelo dia todo - e logo vocês estarão indo mais longe e nem se lembrarão da uma hora inteira que passou. E se vale a lembrança, mesmo que ele seja adotado ou comprado, foi você que o trouxe para casa e se responsabilizou por aquela vidinha, por isso, cuide-o e reserve esse tempo para vocês dois... Mas não desista!

Locais

- Não há parques ou locais tranquilos para o passeio perto da minha casa e a cada 5 metros aparece um outro cachorro procurando briga com o meu: As desculpas surgirão de todas as maneiras, mas aí você pensa que se eu tenho 4 e passo pelos mesmo problemas, porque você que tem 1 ou 2 está se lamentando?! (desculpa a pressão psicológica, mas nesse caso é preciso!) Sempre vai haver o cachorro da vizinha que vive solto, a moto que passa e assusta o seu cão, os cachorros da rua que querem cheirá-lo e ele não deixa... Mas pense quantos benefícios este exercício está fazendo para você e seu cão e o mais importante, que você está socializando o seu cão com o resto do mundo, apresentando para ele novos odores, lugares, cães, pessoas e isso vai torna-lo mais sociável. Com o tempo você até poderá soltá-lo com outras matilhas sem se preocupar. E não desista!

Benefícios para você e para ele

- Todos ali acima citados e mais: Sua saúde e bem estar. Eu sinto uma enorme satisfação depois de ter exercitado o meu corpo, mente (sim porque tu precisa de uma certa dose de paciência com todos obstáculos aqui citados) e principalmente vê-los felizes, com a pilha meio gasta! Porque cão feliz é cão cansado. Aquele lingüão para fora, e aquela cara de felicidade como quem diz: - Obrigada pelo passeio mamãe... É tudo de bom! Fora os incontáveis distúrbios decorrentes do stress da ociosidade (os mais comuns são problemas de pele) que um cão pode desenvolver... Faça esse bem à vocês e não desista!

Indisposição

- São comuns, respeite seu corpo: Se no dia anterior você deram aquele passeio de uma hora e no outro você não aguenta a dor nos braços, é normal se dar um tempo para absorver a nova rotina ao seu dia-a-dia e corpo sente. Então, você pode se dar esse tempo, mas não esqueça que você tem uma pilha à mil te esperando lá fora. Brinque dentro do pátio com ele ou leve-o ao menos até a calçada para cheirar, 5 ou 10 minutos nestes dias são o suficiente.

- Você é o líder: Aqui em casa também acontece o caso ali acima mas também tem o dia do “Não”. O dia do “Não” é aquele dia que não dá mesmo, seja por chuva, imprevisto ou por falta de tempo mesmo, aí neste dia no horário do passeio resistimos aos chamados (sim, eles nos chamam na hora do passeio e nas horas em que são alimentados), e aviso de forma firme que aquele dia não terá passeio mas que no próximo compensaremos. Se eles entendem, não sei, mas eles se acalmam naturalmente... É impressionante! Quando não for possível sair naquele dia, compense com um passeio maior ou em lugar diferente no dia após. Continue a rotina de passeios, imprevistos acontecem mas não desista!

- Coloque limites e estabeleça uma rotina: Não é bom fixar um horário só para os passeios, se não o cão fica condicionado a eles e acontece como no meu caso que eles já nos chamam. Estabeleça na sua rotina esta meia ou uma hora de passeio mas tente variar para que ele não se acostume com um só horário.

A relação de vocês dois

- Lembre-se que ele espera por isso o dia todo: Seu cachorro espera pela sua atenção o dia todo, seja ela qual for. Tendo esse momento de passeio com ele, conduzindo-o num passeio, você está fortalecendo sua liderança e a obediência mas o passeio é mais que isso, é um momento de vocês dois, de liberdade, de brincadeira, de carinho para ele e você. Se antes ele cavava ou destruía porque estava querendo chamar a sua atenção, hoje ele fará bem menos porque ele sabe que no começo ou final do dia ele vai ter esse tempo de atenção com você... E digo mais, concordo plenamente quando ouço que a maioria dos problemas de indisciplina e comportamento são resolvidos com uma “boa e responsável rotina de passeios”. Os problemas não se resolvem totalmente, mas diminuem muito. Prova disso são as minhas quatro máquinas de energia inesgotáveis.

Quem ama cuida

 - Esse tópico não preciso comentar, não é mesmo?! Aproveite o final de semana para colocar em prática aquela sua antiga vontade de iniciar uma atividade física e de quebra leve seu melhor amigo para te acompanhar.

;)

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Estamos entrando no inverno, aqui em Santa Catarina e na maioria dar regiões Sul e Sudeste do Brasil faz muito frio e as temperaturas prometem despencar ainda mais nos próximos dias, por isso este post não poderia ser escrito em melhor hora... Agora, enquanto escrevo por exemplo, faz 14° em Garopaba/SC com um vento sul gelado demais e a previsão é que chegue aos 9° durante a madrugada, imagino que tenham lugares que deverão registrar temperaturas negativas facilmente.

Queria muito que este fosse um post somente de incentivo, mas é com muita indignação que falo neste tema... Não deixaríamos nunca algum familiar ou amigo em nosso pátio, na rua pegando chuva, frio e sujeito a alguma doença, certo? Então porque tem tanta gente que ainda faz isso com o seu cão? Com alguém que faz parte da nossa família, convive conosco, mora em nossa casa, alguém por quem deveríamos zelar e pensar na responsabilidade de tê-los quando os trouxemos para casa...

Se você é do tipo que pensa: - Cachorro tem pêlo, não sente frio... Por gentileza, leia com atenção até o fim do artigo e se ainda assim, mantiver sua opinião, você não é digno de conviver com uma criatura tão especial como seu cão.

Assim como nós, nossos peludos também devem ter alguns cuidados ainda mais especiais na estação mais fria do ano. Tais como:

Banhos – Os banhos são importantes mas podem ser diminuídos no inverno para até de 30 em 30 dias. Não o faça em casa, os secadores de cabelo caseiros não são suficientes para secá-los com eficiência. Procure uma pet shop de confiança com boas recomendações. Para prolongar a duração do banho, utilize produtos que lavam à seco, com gel ou lenços umedecidos própios.

Tosas – Não devem ser mantidas no inverno, nesta época do ano mantenha a pelagem comprida original.

Vacinas – Devem ser mantidas em dia. Converse com o veterinário do seu dog para saber qual o melhor momento para aplicá-la.

Abrigo – O seu cão não vive dentro de casa? Providencie uma casinha em local coberto abrigado do frio e chuva. Evite as casinhas feitas de madeira ou concretadas, além de serem mais geladas, dificultam a secagem na higienização das mesmas. Prefira as casinhas de plástico ou fibra, são mais resistentes ao tempo e ao frio. Não esqueça de colocar uma coberta, manta, tapete grosso, toalhas ou um de cada para que seu bichinho se mantenha quentinho!

Pelagem muito curta – Faça uso de roupinhas para seu cão, mesmo sendo filhote, adulto ou idoso. Ao final do post, deixei alguns sites de sugestão para compra online, inclusive para tamanhos XL ou XXL que são super difíceis de serem encontradas, que é o nosso caso tendo quatro labradores de tamanhos XXL.

Doenças – Proteja os ouvidos dele para evitar a otite, doença típica do verão aqui em casa por causa dos banhos de mergulho excessivos “involuntários”, mas que no inverno podem voltar causadas pela chuva e vento frio.

Dores – Os cães que tem alguma doença crônica tende a sentir mais dores nos dias mais frios. Aqui em casa percebo isso com a Gaia que mesmo fazendo tratamento, tem displasia e sente mais dor nos dias frios quando não exercita tanto o músculo. Mantenha o seu cão confortável nestes dias e consulte um veterinário para a possibilidade de medicação.

Passeios – Escolha um horário do dia que ainda não esteja tão frio, passeios a noite com frio e vento excessivos não são recomendados. Evite tirá-lo do banho e levá-lo para passear, pode haver um choque térmico.

Alimentação – No inverno, a queima calórica dos cães, assim como em nós humanos, aumenta. Por isso, é indicado aumentar a quantidade de ração diária para 30% a mais do que a quantidade que se dá em outras estações.

Os sites para compra online de roupinhas para os pets, são:

Top Dog | Pet Love | Smart Pet | Meu Amigo Pet | Bit Cão

Espero que, quem não havia se dado conta da importância do cuidado com nossos peludos no inverno, reavalie sua opinião e dê uma chance para ele ao seu lado dentro de casa ou melhore a sua condição fora de casa, deixando-o mais confortável e quentinho neste inverno! Para quem já exerce estes cuidados, parabéns pelo exemplo de amor e cuidado com a saúde daquele que ama mais seu dono que a si mesmo!

Então hoje vocês conhecerão meus dogs, minhas crianças, meus alemãos, meus lindos, meus bagunceiros, meus pestinhas... Ops!

Gente, calma! Não me entendam mal, mas quem conhece essas 4 figurinhas (meus filhos, tal mãe, tal filhos!), sabem do que estou falando e só eu para poder fazer este tipo de brincadeira com meus gordinhos!

Essa turma enche a casa de alegria, nos ocupa um tempo que poderíamos estar passeando, viajando, mas não tem jeito, é amor demais. Fazemos tudo por eles, para eles, e queremos passar esse amor que temos por eles para nossos futuros filhos e netos. Venho de uma família de cachorreiros, minhas melhores lembranças da infância, são as férias de inverno e verão na casa da minha avó com meus primos, mais 9 cachorros, gatos, galinha... Quando tinha ninhada nova então, era uma festa! Crianças e bichos conviviam muito bem e desde pequenos, ela nos ensinou a cuidar e respeitar todos eles. E é com este espírito que quero educar meus filhos e netos também.

Mas, voltando ao quarteto aqui de casa... 

Por termos quatro labradores (danados, cada um com sua “especialidade” de bagunça e personalidade fortíssima), estou sempre pesquisando, lendo sobre cuidados, comportamento canino e tal. Por isso, nada mais justo que compartilhar o conhecimento aqui no blog.

Vou apresentar minha turminha para vocês se apaixonarem também (modesta!):

Gaia

Tem 8 anos, quando conheci meu marido ela já tinha um ano, era super espoleta, o bebezão da casa, mas era obediente na medida do possível e me tinha como a verdadeira líder dela... Hoje? Eu não mando mais nada, eu não sou nada perto dele. Ela vive, dorme e acorda por ele! É apaixonada demais por esse pai! Todos os dias nos lembra do horário do almoço, passeio e janta deles, desenvolveu um latido/grito que só ela tem. Há três anos e meio ela teve a dupla aí abaixo e nunca mais teve sossego na vida, sabe como é né, mãe! Teve que aprender a dividir a atenção, a cama, os brinquedos, o amor dos pais, mas tem se saído bem no papel de mãe e protetora da matilha. Há quase um ano quando adotamos seu irmão, o Theo, conseguiu enfim brincar com alguém do seu tamanho e pique “experiente/maduro”. Adora um abraço de urso e um carinho no pescoço.

Zéca

Três anos e meio, está no auge da juventude! Vive para tentar entrar dentro de casa nem que seja por 5 minutos até ser descoberto, para as brincadeiras com a bolinha, para o cabo de guerra e para os passeios diários. O único cachorro que conheci na vida que consegue ser tudo isso ao mesmo tempo: Ciumento, brincalhão (a pilha dele nunca, eu disse NUNCA acaba), rabugento, briguento, manhoso, chorão, brabo (não o aperte sem aviso prévio!), feliz (adora um carinho na barriga mas é seletivo com as pessoas), medroso com barulho (todo o réveillon temos um problema sério com ele, até medicação precisa tomar), hiperativo e branco! Alguém aí conhece um Labrador “branco”?

Bela

Filha da Gaia, irmã do Zéca. De todos os cachorros que eu já tive em quase 29 anos, ela é uma das mais doces e companheiras. Manhosa, assustada, independente, amorosa ao extremo, vive separando as brigas do Zéca com o resto da turma, inclusive com ela mesma! Vive pra dormir, passeia como uma lady e faz buracos como um tatu. Com o Zéca, leva o título de bebê da casa, mas sabe dividir nossa atenção com os demais. É a primeira a puxar o uívo da turma e a última a se levantar de manhã ou acabar de comer. Ela tem o tempo dela, e a respeitamos.

Theo

Sua história até chegar em sua nova família é longa, triste e para outro post. Conheceu sua (a nossa) família há menos de um ano, pouco tempo para tantos ensinamentos e aprendizados. É o cachorro mais educado, amoroso, calmo e dorminhoco que já conheci na vida! Um queridão, como só ele sabe ser. Tem aproximadamente 8 anos, é um lord mas sabe fazer um buraco, comer um osso de 30 centímetros em 10 minutos e abrir lixos como ninguém. Quando chegou em casa, foi alvo do ciúmes do Zéca, mas logo soube se defender. Tem alguns cuidados com a saúde que precisamos estar de olho em decorrência dos tempos que sofreu maus tratos e viveu na rua, mas hoje é um cão feliz e amado por todos que o conhecem!

As imagens representam bem a maior característica de cada um: A atenta, o curioso, a preguiçosa e o simpático!

Me digam, são ou não as coisas mais fofas desse mundo?!

Essa galerinha ainda renderá muitos posts, aguardem! =)

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